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Deputado Alessandro Molon protocola pedido de impeachment de Temer

Deputados e senadores afirmaram que Temer deve ser removido do cargo caso o áudio seja autêntico

Foto: jose lucena/Futura Press

 

O deputado federal Alessandro Molon (Rede-RJ) protocolou nesta quarta-feira (17) o pedido de impeachment do presidente Michel Temer, na Secretaria-Geral da Câmara. O pedido vem depois das revelações da delação do empresário Joesley Batista, da JBS. Ele gravou áudio de Temer dando aval para que o empresário seguisse pagando pelo silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB). 

Deputados e senadores afirmaram que Temer deve ser removido do cargo caso o áudio seja autêntico. "Se isso é verdade, a gravação tem de ser verificada, mas isso incinera o governo, a reforma da Previdência. (Tem de ter) o impeachment imediatamente, fica insustentável. O processo tem de tramitar, mas é inexorável", disse Afonso Florence (PT-BA). 

"Ou se faz isso de abrir o impeachment ou não se faz mais nada no país", afirma José Guimarães (PT-CE).

Denúncia
Para Joesley, Temer indicou o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para resolver um assunto da J&F (empresa qu controla a JBS). Depois, ele foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil enviados por Joesley. Temer também ouviu do empresário que estava pagando uma mesada para Cunha e Lúcio Funaro na prisão para ficarem calados. Temer incentivou: "Tem que manter isso, viu?". 

Já em relação a Aécio, o dinheiro pedido foi entregue a um primo do tucano, em cena também filmada pela Polícia Federal. O dinheiro foi rastreado e a PF descobriu que o valor foi depositado em uma empresa do senador Zeze Perrella (PSDB-MG). 

Joesley revelou também que pagou R$ 5 milhões para Eduardo Cunha após sua prisão, por conta de uma "dívida de propina" que tinha com peemedebista. Disse também que devia R$ 20 milhões pela tramitação de lei sobre a desoneração tributária do setor de frango.

Segundo o colunista Lauro Jardim, os irmãos confirmaram ao ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF) que suas delações à Procuradoria Geral da República foram feitas de maneira espontânea. Cabe a Fachin homologar as delações. Pelo acordo, os sete delatores da JBS não serão presos nem vão usar tornozeleiras eletrônicas. Uma multa de R$ 225 milhões será paga.

Ações controladas
Segundo a reportagem, essa foi a primeira vez que a Operação Lava Jato fez ações chamadas de "controladas", adiando o flagrante. Diálogos e entrega de dinheiro foram gravados pela PF para fundamentar ainda mais as denúncias. Ao longo do mês de abril, foram distribuídos cerca de R$ 3 milhões em propina com cédulas com números de série registrados e informados aos procuradores. 

Guido Mantega
Também em sua delação, Joseley revelou que mantinha contato com o PT, mediado por Guiado Mantega, ex-ministro da Fazenda nos governos Lula e Dilma. Era com ele que acontecia a negociação de propina a ser paga para petistas e aliados do governo. 

Nos EUA, a JBS já tem um escritório de advocacia para fazer acordo com o Departamento de Justiça. Em terras americanas, o grupo tem 56 fábricas e lidera mercado de suínos, bovinos e frango. 

 

Fonte: Correio da Bahia.

 

 

Fachin determina afastamento de Aécio Neves; decisão de prisão irá ao plenário do STF

Aécio e Rocha Loures são acusados pelo empresário Joesley Batista de pedirem dinheiro

Foto: Edilson Rodrigues/ Agência Senado

 

Após a delação premiada dos donos da JBS, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou o afastamento de Aécio Neves (PSDB-MG) do mandato de senador e de Rocha Loures (PMDB-PR) do mandato de deputado federal.

Responsável pela decisão, o ministro Edson Fachin, não acatou o pedido de prisão apresentado pela Procuradoria Geral da República (PGR) para o senador. Segundo a TV Globo, o magistrado decidiu enviar o pedido de prisão, solicitado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para plenário do Supremo.

A jornalista Andrea Neves, irmã de Aécio, também teve mandado de prisão preventiva autorizada pelo Supremo e não há prazo para a soltura. Ela foi presa na região metropolitana de Belo Horizonte.

 

Segundo o Estadão Conteúdo, para o senador Zezé Perrela (PMDB-MG) foi emitido um mandado é de busca e apreensão. Ainda de acordo com o jornal, todas as ações foram autorizadas pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF.

 

Delação premiada
Aécio e Rocha Loures são acusados pelo empresário Joesley Batista de pedirem dinheiro. Esses valores foram pagos com notas rastreadas e a entrega filmada. As imagens ainda não foram divulgadas. 

Na manhã desta quinta-feira (18), os endereços de Aécio Neves e Rocha Loures foram alvo de busca e apreensão em operação montada pela Polícia Federal e Ministério Público Federal (MPF). Ao todo, serão 40 mandados de busca e apreensão. A operação também acontece no Congresso Nacional, em Brasília.

 

Fonte: Correio da Bahia.

 

 

 

Ticiana Villas Boas e marido saem do Brasil após ameaças de morte

O porteiro do prédio nos EUA chegou a falar para os jornalistas que Joesley havia saído do apartamento levando malas

Foto: Arquivo CORREIO

 

A jornalista Ticiana Villas Boas saiu do país ao lado do marido, Joesley Batista, após relatar ameaças de morte. O cunhado, Wesley Batista, também saiu do país para se proteger. Segundo a TV Globo, os três foram para os Estados Unidos, com autorização da Justiça.

Na noite desta quarta-feira (17), o jornal O Globo divulgou conteúdo da delação premiada dos donos da JBS, que afirmaram ter a gravação de um diálogo em que presidente Michel Temer dá aval para pagar um valor e "comprar" o silêncio de Eduardo Cunha, que está preso. Aécio Neves também foi gravado - pedindo R$ 2 milhões a Joesley.

Ainda na noite de ontem, equipes da TV Globo foram até o apartamento do casal na 5ª Avenida, uma das mais famosas em Nova York. O porteiro chegou a falar para os jornalistas que Joesley havia saído do apartamento levando malas.

Em seguida, a equipe foi autorizada a subir até o andar do apartamento. Lá, após tocar a campainha, uma pessoa chegou a abrir a porta, mas fechou. "Não podemos afirmar que estejam neste apartamento, mas sabemos que está ocupado. Ouvimos vozes", disse a equipe. Ninguém atendeu a equipe da TV Globo.

 

Fonte: Correio da Bahia.

 

 

Eike Batista pode voltar à prisão se não pagar fiança de R$ 52 mi nesta quarta

( Foto: Empresário pode voltar a prisão, caso nao pague fiança Milionária )

 

O empresário Eike Batista poderá voltar à prisão, se não pagar a fiança de R$ 52 milhões até esta quarta-feira (17).

Alvo da Operação Eficiência, Eike cumpre prisão domiciliar e corre risco de ser detido novamente no Presídio Bandeira Stampa, no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, no Rio de Janeiro.

O advogado Fernando Martins, que representa o empresário, disse ao G1 que a situação ficou mais complicada depois que a Justiça Federal determinou o aumento do bloqueio de bens, de R$ 162 milhões para cerca de R$ 900 milhões. "Existe, sim [a possibilidade de prisão]. É muito difícil esse pagamento.

Todos os bens dele estão bloqueados. Vamos encaminhar pedido de reconsideração para que possamos reverter. (...) Parece que existe uma intenção de que ele fique preso. É uma expropriação isso que está sendo feito", avaliou o advogado. O reexame do bloqueio de bens foi feito pela juíza federal Rosália Monteiro Figueira, da 3ª Vara Federal Criminal, na última sexta-feira (12).

A magistrada argumentou que os artigos pelos quais Eike responde estabelecem pena de multa de até três vezes o montante da vantagem ilícita obtida por causa do crime. "A pena de multa alcançará em tese o montante de R$ 750.341.982 (insider trading entre as datas de 24/05/2013 a 10/06/2013), e o valor de R$ 120.391.995, no período de 28/08/2013 a 03/09/2013", diz o documento, segundo o G1.

Para outro delito, a pena de multa em tese alcançaria o valor de R$ 26.162.730. Na mesma sexta-feira, o juiz Marcelo Bretas determinou o pagamento da fiança, para que o empresário voltasse para casa em até três dias.

Eike é réu no processo da Operação Eficiência, desdobramento da Operação Lava Jato, na 7ª Vara Federal Criminal.

O empresário é acusado de pagar US$ 16,5 milhões em propina a Sérgio Cabral, ex-governador do Rio de Janeiro.
 

Fonte: Bahia Notícia.

 

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