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Operação da PF investiga estelionatários, beneficiários e servidores da Previdência.

Policiais federais cumpriram nove mandados de busca e apreensão

 

A Polícia Federal cumpriu nesta segunda-feira, 13, nove mandados de busca e apreensão durante a operação "Contrafeito", que combate fraudes na Previdência Social em Salvador. São alvos da investigação cinco estelionatários que atuavam na falsificação de documentos para a obtenção de benefícios como auxílio-doença, além de dois beneficiários e dois servidores da Previdência. A estimativa é que as fraudes tenham causado um prejuízo de R$ 500 mil.

Segundo o delegado da PF Leonardo Almeida Rodrigues, as investigações foram iniciadas em 2012, quando uma pessoa foi presa em flagrante ao tentar dar entrada em um auxílio-doença com documentos falsos.

"Durante o interrogatório, esta pessoa contou quem a teria ajudado a conseguir a documentação para o benefício e uma conta para depositar o valor a título de pagamento deste auxílio. A partir daí, foi descoberta uma rede de aliciadores que cooptam pessoas interessadas em se aposentar ou obter algum benefício previdenciário e vendem para elas a ideia de facilidade de acesso às agências e aos documentos necessários", explica o delegado.

As fraudes teriam ocorrido nos anos de 2013 e 2014, na agência da Previdência Social no Comércio, e os beneficiários estariam recebendo os auxílios até agora. A estimativa é que existam de 50 a 60 benefícios com indícios de fraudes, mas o número total só será descoberto após a análise dos documentos apreendidos durante a operação, realizada por 50 policiais federais

"Se for comprovado que aquela pessoa realmente compactuou com alguma fraude ao INSS, autorizando a fraude, ela será enquadadrada no crime de estelionato previdenciário, previsto no parágrafo 3º do Código Penal. É um estelionato majorado, com aumento de 1/3 a 2/3 da pena", ressalta o delegado da PF.

A Polícia Federal representou pela prisão temporária de alguns dos investigados e pelo  afastamento dos servidores da  previdência, entretanto o pedido foi negado por questões administrativas, que envolvem o intervalo entre o final das interceptações telefônicas e a solicitação. Após a análise do material, o pedido de prisão preventiva ou temporário pode ser concedido. 

Fonte: A Tarde / Mundo.

 

 

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