Notícias por Cidades:

berimbaubanner.jpgcandeias.jpgmadrededeus.jpgpojucabanner.jpgsaofranciscoddoconde.jpgsaosebastiapdpsse.jpgberimbaubanner.jpgcandeias.jpgmadrededeus.jpgpojucabanner.jpgsaofranciscoddoconde.jpgsaosebastiapdpsse.jpg

 

Publicidade:

     

 

 

 

Saúde

 

Mesentério: cientistas descobrem novo órgão do corpo humano

 

Antes considerado pelos cientistas como um ligamento do aparelho digestivo, o mesentério acaba de ser reclassificado como órgão e é, portanto, a mais nova descoberta do corpo humano.

(Foto: Reprodução)

 

De acordo com informações da BBC, a reclassificação foi publicada em um artigo na prestigiada revista científica The Lancet Gastroenterology & Hepatology assinado por J. Calvin Coffey, pesquisador do University Hospital Limerick, na Irlanda, responsável pela equipe que realizou a descoberta, e seu colega Peter O’Leary.

“A descrição anatômica de cem anos atrás era incorreta. Este órgão está longe de ser fragmentado; é uma estrutura simples, contínua e única”, explicou Coffey.

 

(Foto: Reprodução)

 

O que é o mesentério?

Embora a descoberta não mude o funcionamento do aparelho digestivo, entender que o mesentério é um órgão implica em caminhos para novos métodos cirúrgicos e por isso sua reclassificação é importante para a Ciência e Medicina.  “Podemos categorizar doenças digestivas relacionadas a este órgão”, exemplifica Coffey.

O mesentério, por sua vez, é uma uma dobra dupla do peritônio (como se chama o revestimento da cavidade abdominal) que une o intestino com a parede do abdômen e permite que ele se mantenha no lugar.

Agora, o próximo passo para os cientistas é entender como funciona o mesentério para aprimorar tratamentos atuais, podendo permitir o aperfeiçoamento de cirurgias, por exemplo.

 

Fonte: IstoE.com.br

 

 

Estudo aponta que cerveja pode ser mais eficaz contra dor que analgésico

Duas canecas seriam o necessário para aliviar a dor e o desconforto no corpo

(Foto: Reprodução)

 

Já imaginou sentir dor e ao invés de tomar um analgésico recorrer a cerveja para melhorar? Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Greenwich em Londres aponta a bebida feita com cevada como um remédio eficaz contra a dor. De acordo com o estudo publicado no The Journal of Pain, o álcool pode trazer mais resultado para o paciente do que o paracetamol.

Os autores analisaram outros 18 estudos que envolviam a temática para chegar ao resultado de que a cervejinha do fim de semana pode sim ser beneficial a saúde.

Segundo os pesquisadores, isso acontece por conta da quantidade de bebida ingerida. Através dela, o corpo aumenta a resistência à dor, ultrapassando o alívio prometido pelos remédios analgésicos como o Tylenol e outras drogas com paracetamol.

 

Mas calma, não é para encher o copo. O indicado no estudo são apenas duas canecas de cerveja. Será que funciona mesmo?


Fonte: Correio da Bahia.

 

 

 

Controle de doenças crônicas pode evitar 1 em cada 3 casos de demência no Brasil

Ao analisar tecido cerebral de pacientes, pesquisadores descobriram que 35% dos casos era de demência vascular, causadas por doenças evitáveis, como hipertensão

Um terço dos casos de demência diagnosticados no Brasil poderia ser evitado com o controle de doenças crônicas como hipertensão e obesidade. É o que indica um estudo realizado por pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, depois da análise de 1.092 cérebros de pacientes com mais de 50 anos mortos na capital.

Primeiramente, os especialistas verificaram com familiares quantos dos pacientes tinham sintomas e diagnóstico de demência, chegando a 480. Ao analisar o tecido cerebral dessas pessoas, os pesquisadores descobriram que em 50% dos casos a doença era causada pelo mal de Alzheimer, mas que em outros 35% a demência era do tipo vascular, ou seja, associada a episódios de derrames geralmente causados por doenças evitáveis, como a hipertensão.

"A demência vascular pode ocorrer após um derrame grande, mas também acontece após repetidos episódios de pequenos derrames cerebrais, que muitas vezes não têm nenhum grande sintoma e podem passar despercebidos. Na maioria dos casos, esses derrames podem ser prevenidos com uma boa saúde vascular, ou seja, controlando a hipertensão, não fumando, praticando atividades físicas", explica Claudia Suemoto, professora da disciplina de geriatria da FMUSP e uma das autoras do estudo, publicado no periódico Plos Medicine.

O que chamou a atenção dos pesquisadores foi que a proporção de demência do tipo vascular é maior no Brasil do que em outros países. "Estudos internacionais feitos principalmente nos Estados Unidos e na Europa mostram que a demência vascular corresponde a 20% dos casos nessas populações, o que indica que, no Brasil, as falhas na assistência à saúde podem deixar a população mais suscetível a esse tipo de demência que poderia ser evitada", diz.

O estudo descobriu ainda que, dos 612 pacientes que não tinham sintomas de demência, 25% apresentaram, nos exames de imagem, lesões cerebrais indicativas do problema. "Pode ser que a doença estivesse na fase pré-clínica (sem sintomas) ou que os familiares achassem que os sintomas eram comuns da velhice", diz Claudia.

Esquecimentos. Com hipertensão, sobrepeso e pré-diabete, Gilda Quartim Barbosa, de 88 anos, teve a demência diagnosticada há quatro anos. Além da causa vascular, o problema foi agravado pelo mal de Alzheimer, detectado na mesma época. "Ela sempre foi esquecida, trocava o nome das duas filhas, então só notamos quando ficou mais intenso. Nunca tivemos coragem de contar. Ela morria de medo de ter algo assim porque a irmã dela teve o mesmo diagnóstico", relata a filha Maria de Lourdes Quartim Gotilla, advogada de 60 anos.

Mesmo morando com uma empregada e um cuidador, Gilda começou a se perder dentro de casa e a ligar pedindo ajuda para a filha, que a buscava, levava para dar uma volta no quarteirão e a trazia de volta para a residência. "Só depois desse ritual, ela percebia que estava mesmo no apartamento dela", diz.

Atualmente, a idosa está com um diagnóstico de demência de moderada para avançada, de acordo com a geriatra Elaine Biffi Alonso Vera, médica da unidade Butantã do Lar Sant’Ana, onde Gilda passou a morar, na zona oeste de São Paulo. "A doença é degenerativa, então o avanço é inevitável. Mas ela está muito bem, até menos agitada do que quando chegou. Entende alguns pedidos, mantém pequenas conversas", explica a médica, que também aponta a participação da idosa em atividades como a pintura e encontros semanais com crianças de uma creche da região.

"É uma doença muito ruim para os familiares. Mas, quando a visito, veja que ela está feliz. Ela sempre foi muito carinhosa, mas agora se tornou puro amor, abana e manda beijo para todo mundo", relata a filha, que vê na atual vida da mãe quase uma lição de como a alegria pode estar nas pequenas coisas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

Fonte: Estadão /  Correio da Bahia.

 
 

Cotações

Enquete do Mês

O QUE VOCÊ ACHOU DO NOSSO PORTAL ?

BOM - 31%
MUITO BOM - 31%
REGULAR - 13.8%
ATRATIVO - 6.9%
RUIM - 17.2%

Total de votos: 29
A votação para esta enqueta já encerrou em: 29 Jul 2016 - 00:00