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Saúde

 

Conselho de medicina vê problemas em 45% dos postos de saúde e promete ir à Justiça

Os problemas vão desde falta de sanitários para deficientes à ausência de equipamentos e a falta de itens básicos de higiene, como pias ou sabonete líquido

(Foto: Reprodução)

 

O Conselho Federal de Medicina (CFM) disse que vai recorrer à Justiça e a fóruns internacionais contra as más condições de atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS). Levantamento feito pela entidade, apresentado ontem (19) ao ministro da Saúde, Ricardo Barros, mostra que quase metade (45%) das Unidades Básicas de Saúde funcionava com estrutura precária no ano passado.

Os problemas vão desde falta de sanitários para deficientes à ausência de equipamentos considerados indispensáveis para o atendimento, incluindo falta de itens básicos de higiene, como pias ou sabonete líquido. Os dados do CFM foram coletados entre 2015 e junho deste ano. Em 2016, por exemplo, foram visitadas 1 122 unidades em todas as regiões do País. Desse total, 15% não tinha estetoscópio. Até mesmo termômetro estava em falta em 8% das unidades. Em 15% dos serviços, faltava toalha de mão e em 6%, pias e lavabos.

Os números foram apresentados ontem, em uma clara reação à afirmação feita pelo ministro da Saúde, semana passada, de que médicos deveriam parar de fingir que trabalham. A declaração piorou ainda mais a já tensa relação entre entidades de classe e o Ministério da Saúde. Desde a semana passada, médicos de várias regiões começaram a organizar marcha para pedir mudanças na pasta.

 

"Não são os médicos que não querem trabalhar. São os médicos que não têm estrutura para exercer a sua profissão. Por isso, estamos indo à Justiça", disse o presidente do CFM, Carlos Vital, pouco antes de ser recebido por Barros. "Não queremos retratação, mas uma solução para a saúde", afirmou Vital.

Ao receber as várias caixas contidas no relatório, Barros se comprometeu a analisar o material. O ministro avisou, no entanto, que a solução dos problemas apresentados pelo grupo estaria nas mãos de Estados e municípios, que têm competência para gerir os serviços.

Barros confirmou sua intenção de universalizar o controle de frequência de médicos nos postos de trabalho a partir da biometria e de estabelecer um padrão de produtividade dos profissionais. Em resposta às críticas feitas pelas associações médicas sobre seu comentário do trabalho dos médicos, Barros disse que sua fala foi tirada do contexto. "Usei uma figura de linguagem", justificou.

Mesmo assim, o ministro reforçou ser uma cobrança justa exigir que o médico cumpra a jornada de trabalho prevista em contrato, algo que, em sua avaliação, é desrespeitado por grande parte dos profissionais pelo País. "São 878 notificações contra gestores dizendo que profissionais não estão cumprindo a jornada."

O ministro argumenta que se os médicos estivessem presentes nas 40 mil unidades de saúde 80% dos problemas na atenção básica poderiam ser resolvidos. "Sem a presença do médico, isso não é possível."

Vital reconhece que nem todos os médicos cumprem a jornada de trabalho. "Mas são exceções que confirmam a regra", disse. Ele, porém, acrescenta haver problemas sérios no cadastro de estabelecimentos, onde são reunidos dados de distribuição das unidades de saúde e de profissionais que ali atuam. "Muitos já estão aposentados, já saíram de seus postos", observou. O levantamento do CFM, porém, não traz dados sobre ausência de profissionais no local de trabalho.

 

Fonte: Correio da Bahia /  Estadão.

 

 

Com atendimento integralizado e humanizado, Hospital Santa Izabel trata câncer com precisão

Diagnósticos precoces aumentam chance de cura de tumores malignos, como os de próstata e mama

Com atendimento integralizado e humanizado, Hospital Santa Izabel trata câncer com precisão (Foto: BaPress)

 

 

Tratamentos menos tóxicos, pesquisas clínicas avançadas, radioterapia mais precisa, cirurgias minimamente invasivas, avanços na melhoria da qualidade de vida dos pacientes, difusão de novos testes de oncogenética, que avaliam o risco de a pessoa com histórico familiar desenvolver o mesmo tipo de câncer, maior controle nos efeitos colaterais da quimioterapia. Há boas e animadoras notícias relacionadas à modernização e ampliação do tratamento ao paciente oncológico, mesmo diante de um cenário que aponta que de 2016 até o fim de 2017, o Brasil terá registrado 600 mil novos casos de câncer,

 

"A batalha contra o câncer é uma causa da humanidade", assegura o provedor da Santa Casa da Bahia, Roberto Sá Menezes. A médica oncologista do Hospital Santa Izabel, Lívia Andrade, concorda com tal declaração e acrescenta que os diagnósticos precoces contribuem para aumentar as chances de cura de tumores malignos, como os de mama e próstata.

 

Após participar entre os dias 2 e 6 de junho do Congresso anual da American Society of Clinical Oncology (ASCO 2017), em Chicago (EUA), Lívia Andrade assegura que exames modernos são capazes hoje de apontar nódulos com menos de 1 mm. O diagnóstico precoce aumenta as chances de cura, que chegam a 90% no câncer de mama e a 95% no de próstata. "É importante difundirmos que existem novos e importantes procedimentos para o tratamento do câncer que não estavam disponíveis há 20 anos, por exemplo", afirma a oncologista.

 

Nesse cenário de modernização e ampliação de tratamentos oncológicos, a discussão relacionada à sobrevida tem sido suplantada pela atenção à vida com câncer. "O tratamento dos sintomas indesejados da doença e os efeitos colaterais provocados pelos tratamentos estão cada vez mais ganhando destaque", acrescentou Lívia Andrade.

 

A prevenção ao câncer de mama é feita via auto-exame, indicado para mulheres a partir de 20 anos. Aos 35 anos, deve-se começar a fazer as mamografias -a cada dois anos para quem tem entre 40 e 49 anos e anualmente após os 50. Quem tem histórico do câncer na família deve fazer um acompanhamento individualizado.

 

Para se prevenir dos tumores da próstata, homens acima de 45 e com histórico da doença na família devem realizar, todo ano, exame de toque e dosagem do PSA. A partir dos 50, ambos os exames devem ser feitos por todos os homens.

 

Com atendimento integralizado e humanizado, Hospital Santa Izabel trata câncer com precisão (Foto: BaPress)

 

Integração

No Hospital Santa Izabel, o paciente encontra no Instituto Baiano do Câncer (IBC) atendimento integral e multidisciplinar nas diversas áreas que compõem o tratamento oncológico. Toda assistência é realizada em um único lugar, desde as consultas clínicas, tratamentos avançados, internação, atendimento de urgência e emergência até a intervenção cirúrgica, quando necessária.

 

Aliando modernidade e tradição, o Santa Izabel também conta com equipe especializada e disponibiliza um dos mais modernos centros de radioterapia do Norte e Nordeste, com aceleradores lineares de última geração associados às mais modernas técnicas de tratamento. Essas técnicas permitem uma abordagem eficiente ao tumor, minimizando os efeitos da radiação sobre os tecidos vizinhos normais.

 

A condição de hospital referência no tratamento do câncer é reforçada pelo bem sucedido Programa de Cancerologia Clínica que o hospital desenvolve na área de Residência Médica e pelo bom funcionamento do Centro de Pesquisas Clínicas Multicêntricas, que realiza iniciativas científicas de amplo alcance a partir de protocolos mundiais.

 

O Hospital da Santa Casa da Bahia também oferece procedimentos de apoio no tratamento e diagnóstico por imagem, como a quimioembolização, tomografia computadorizada, ressonância magnética, gama-câmara, medicina nuclear e PET CT. "Desde a sua fundação, o Instituto Baiano do Câncer vem combinando tratamentos fundamentados nas descobertas científicas mais atuais a uma atuação humanizada, integralizada e individualizada a cada um de nossos pacientes", completou Lívia Andrade.

Fonte: Correio da Bahia.

 

 

 

Jovem quase teve intestino perfurado por usar plug anal

Emily Georgia resolveu inovar na relação e o objeto se perdeu no órgão sexual

(Foto: Reprodução / Twitter)

 

A jovem britânica Emily Georgia precisou passar por um procedimento médico após relação sexual utilizando um plug anal. O objeto atingiu o intestino da moça, fato que só foi percebido horas depois do ocorrido, pois o plug não saiu manualmente.

O casal queria inovar o relacionamento e decidiu testar o brinquedo sexual, mas o parceiro dela penetrou o objeto fundo demais. Quando percebeu que o plug não saia do ânus da parceira manualmente, o rapaz deixou Emily e foi embora afirmando que sairia "naturalmente". 

Com o incômodo do plug anal dentro do corpo, Emily resolveu pedir ajuda para uma amiga.  “Uma amiga que mora comigo não acreditou no que eu estava falando, mas quando ela começou a ver como eu estava chateada percebeu que não estava brincando”, disse  ao site 'Daily Mail'.

No hospital, após a realização de exames, ela descobriu que o objeto estava dentro do seu intestino e poderia trazer várias complicações à sua saúde, como perfuração da parede intestinal ou perder parte do órgão, sendo necessário utilizar uma bolsa de colostomia por pelo menos seis meses. Por sorte, o brinquedo foi retirado sem consequências ao corpo da jovem.  A funcionária do hospital que atendeu Emily afirmou que situações como essa acontecem com frequência. 

 

Fonte: Correio da Bahia.

 

 

 

Mesentério: cientistas descobrem novo órgão do corpo humano

 

Antes considerado pelos cientistas como um ligamento do aparelho digestivo, o mesentério acaba de ser reclassificado como órgão e é, portanto, a mais nova descoberta do corpo humano.

(Foto: Reprodução)

 

De acordo com informações da BBC, a reclassificação foi publicada em um artigo na prestigiada revista científica The Lancet Gastroenterology & Hepatology assinado por J. Calvin Coffey, pesquisador do University Hospital Limerick, na Irlanda, responsável pela equipe que realizou a descoberta, e seu colega Peter O’Leary.

“A descrição anatômica de cem anos atrás era incorreta. Este órgão está longe de ser fragmentado; é uma estrutura simples, contínua e única”, explicou Coffey.

 

(Foto: Reprodução)

 

O que é o mesentério?

Embora a descoberta não mude o funcionamento do aparelho digestivo, entender que o mesentério é um órgão implica em caminhos para novos métodos cirúrgicos e por isso sua reclassificação é importante para a Ciência e Medicina.  “Podemos categorizar doenças digestivas relacionadas a este órgão”, exemplifica Coffey.

O mesentério, por sua vez, é uma uma dobra dupla do peritônio (como se chama o revestimento da cavidade abdominal) que une o intestino com a parede do abdômen e permite que ele se mantenha no lugar.

Agora, o próximo passo para os cientistas é entender como funciona o mesentério para aprimorar tratamentos atuais, podendo permitir o aperfeiçoamento de cirurgias, por exemplo.

 

Fonte: IstoE.com.br

 

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